Afie seu machado

Dec 12
2010

“Nas montanhas do Canadá havia um mestre lenhador.

Certo dia, ele foi procurado por um rapaz de preparo físico notável, que lhe disse: “Quero aprender a cortar árvores, quero me tornar lenhador como o senhor”.

O mestre aceitou, de pronto: “Volte amanhã e vou lhe ensinar meu ofício”.

Lá pelo terceiro mês de aprendizado, para o espanto do mestre lenhador, o jovem lhe disse: “Aprendi o que tinha de aprender. Já sou um lenhador, um bom lenhador. Na verdade, acho que sou o melhor lenhador do Canadá”. Diante do olhar incrédulo do mestre, foi mais longe, lançando-lhe um desafio.

“Vamos delimitar duas glebas de terra, com a mesma quantidade de árvores cada, e cortar. Quem primeiro derrubar a última árvore é o mais rápido e, portanto, o melhor”, propôs. E assim aconteceu.

No início, o jovem, com mais disposição e uma velocidade incrível, abriu vantagem sobre o mestre. De vez em quando, lançava um olhar para a gleba vizinha e observava intrigado que este fazia pequenas paradas para descansar.

“Moleza. Vai ser fácil”, pensava consigo.

No entanto, o sol nem havia se posto por completo no horizonte e o mestre derrubava sua última árvore, enquanto o rapaz ainda tinha algumas pela frente. Surpreso, ele correu até o mestre: “Como o senhor cortou mais rápido do que eu!?! É impossível, não consigo entender. Não parei um só minuto e vi que o mestre parava toda hora para descansar!!!”.

Então, o lenhador mais velho olhou nos olhos do jovem e lhe transmitiu sua derradeira, e talvez mais importante lição: “Cada vez que eu parava para descansar, aproveitava para afiar os machados”.”

Existem diversas formas de afiar seu machado, uma das formas que eu utilizo é a leitura e este ano foi um ano bem proveitoso para isso. Do que eu posso me lembrar, foram 12 livros lidos, 1 em andamento de repente mais 1 de presente de natal (Autobiografia do André Agassi que eu desejo ganhar de presente =D ).

São eles:

- Todo marqueteiro é mentiroso (Seth Godin);

- Marketing para o século XXI (Kotler)

- Como os gerentes aprendem (Anielson Silva);

- Como fazer amigos e influenciar pessoas (Lido todo ano. Dale Carnegie);

- Empreenda antes dos 30 (José Dornelas);

- A bola de neve (Incompleto. Alice Schroeder);

- Derrubando mitos (Phil Rosenzweig);

- Beber, jogar e f@#er (Andrew Gottlieb);

- Escape from cubicle nation (Pamela Slim);  /* MUITO BOM */

- A arte do começo (Guy Kawasaki);

- Pai rico pai pobre (Clássico. Robert Kiyosaki);

- Trabalhe 4 horas por semana (Timothy Ferris);

- Wikinomics (Em andamento. Don Tapscott);

E você, como afia o seu machado??

Homem rico

Oct 19
2010

Leiam a pequena fábula a seguir e me respondam quem é a pessoa rica.

“Um homem de negócio americano estava passando suas férias em uma pequena vila de pescadores do litoral brasileiro.  Depois de receber um telefonema que o deixou estressado ele saiu do hotel e foi para a praia esfriar a cabeça.  Foi aí que observou um pescador voltando do mar em um pequeno barco com uma quantidade pequena de peixes frescos.

O americano chegou um pouco mais perto e ficou fascinado com a beleza dos peixes.  Então ele deu os parabéns ao pescador e perguntou quanto tempo levou para ele pegar aqueles peixes.

“Só um tempinho”, respondeu o pescador.

“Porque você não ficou mais tempo e pegou mais peixe?” perguntou o americano.

“Eu peguei peixe suficiente para mim, minha família e até mesmo para dar um pouco para os meus amigos”, ele disse.

“Mas o que você faz com o resto de seu tempo?”, indagou o americano.

O pescador sorriu e respondeu com um tom calmo e relaxado: “Eu durmo até tarde, brinco com meus filhos, tiro uma soneca à tarde, e à noitinha eu dou uma caminhada na praia com minha esposa, bebo uma cervejinha, e toco violão com meus amigos.  Eu tenho uma vida muito gostosa!”

O americano riu e deu alguns conselhos ao pescador: “Olha, eu tenho um MBA de uma universidade de muito prestígio nos Estados Unidos e vou lhe ensinar um pouco sobre negócios.  O que você deve fazer é passar mais tempo pescando e vender o peixe que você não consumir.  Com o dinheiro extra que você vai ganhar você pode comprar um barco maior e empregar algumas pessoas para lhe ajudar.  Logo você terá dinheiro suficiente para comprar vários barcos e eventualmente montar uma empresa.”

Ele continuou.  “Olha, uma vez que sua empresa tenha crescido, você começa a exportar seu peixe.  Aí você começa a vender direto ao consumidor, sem intermediário, controlando o produto, o processamento e a distribuição.  Aí você se muda para Nova Iorque e emprega os melhores gerentes do mundo para lhe ajudar a crescer o seu negócio.”

O pescador aí respondeu:  “Mas senhor, quanto tempo vai levar isso tudo?”

O americano respondeu: “Quinze a vinte anos.  Vinte cinco no máximo.”

“E depois, o que faço senhor?” perguntou o pescador.

O americano sorriu e respondeu:  “Aí é que vem a grande recompensa!  Na hora certa você vende as ações de sua empresa ao público e torna-se muito, muito rico, com milhões de dólares em seu nome.

O pescador ainda não tinha entendido bem o propósito de tudo aquilo:  “Milhões de dólares?  E o que eu faria com todo esse dinheiro?”

E o americano respondeu “Você se muda para uma pequena vila de pescadores no litoral, dorme até mais tarde, brinca com seus filhos, tira uma soneca à tarde, e à noitinha vai dar uma caminhada na praia com sua esposa onde você pode beber uma cervejinha e tocar violão com seus amigos….””

Paradigmas

Oct 13
2010

No último final de semana, estava em uma igreja católica presenciando uma Missa clássica de domingo de manhã. Eu apenas sou católico de batismo e o intuito aqui não é discutir religião, mas depois dos 15 anos não me lembro de ter ido a Igreja por vontade própria, normalmente algum evento como casamentos.

Estava lá eu ouvindo algum Diácono(”são os ajudantes dos líderes de uma igreja…”) falar e aquelas pessoas todas seguindo suas falas e gestos e comecei a refletir sobre o que fazia aquelas pessoas a fazerem aquilo. Aposto que se eu pudesse entrevistar essas pessoas, a maioria delas falaria que acredita em Deus(Jesus neste caso) e que a fé é essencial em sua vida.

Como não podia entrevistar todas as pessoas perguntei a minha namorada por que ela estava seguindo tudo aquilo, por que ela era católica. Ela tentou dar uma explicação, mas retruquei falando que aquilo era besteira, que ela era católica porque os pais dela eram e que os pais dela eram pois seus avós eram católicos e assim por diante. Em alguns minutos ela concordou comigo.

Então pergutei a ela se ela sabia o que era paradigma. Conversamos sobre o assunto, sobre um padrão a ser seguido onde normalmente nem se sabe o motivo. Claro que na hora veio a minha cabeça a história dos Macacos, que segue abaixo:

Como nasce um paradigma:

“Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto.

Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui…”"

Mas um dos paradigmas que mais tem me incomodado e me feito refletir nos últimos tempos é a questão do emprego.

Por que aprendemos que devemos estudar, sermos bons alunos, entrar numa boa faculdade e dessa forma conseguir um bom emprego com um bom salário? Para irmos trabalhar 8h por dia o resto das vidas e caso aconteça algum incidente viraremos chefe e trabalharemos 12h por dia aguardando a tão sonhada aposentadoria?

Paradigmas
No último final de semana, estava em uma igreja católica presenciando uma Missa clássica de domingo de manhã. Eu apenas sou católico de batismo e o intuito aqui não é discutir religião, mas depois dos 15 anos não me lembro de ter ido a Igreja por vontade própria, normalmente algum evento como casamentos.
Estava lá eu ouvindo algum Diácono(”são os ajudantes dos líderes de uma igreja…”) falar e aquelas pessoas todas seguindo suas falas e gestos e comecei a refletir sobre o que fazia aquelas pessoas a fazerem aquilo. Aposto que se eu pudesse intrevistar essas pessoas, a maioria delas falaria que acredita em Deus(Jesus neste caso) e que a fé ajuda em sua vida.
Como não podia entrevistar todas as pessoas perguntei a minha namorada por que ela estava seguindo tudo aquilo, por que ela era católica. Ela tentou dar uma explicação, mas retruquei falando que aquilo era besteira, que ela era católica porque os pais dela eram e que os pais dela eram pois seus avós eram católicos e assim por diante. Em alguns minutos ela concordou comigo.
Então pergutei a ela se ela sabia o que era paradigma. Conversamos sobre o assunto, sobre um padrão a ser seguido onde normalmente nem se sabe o motivo. Claro que na hora veio a minha cabeça a história dos Macacos, que segue abaixo:
Como nasce um paradigma:
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.
Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto.
Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui…”
Mas um dos paradigmas que mais tem me incomodado e me feito refletir nos últimos tempos é a questão do emprego.
Por que aprendemos que devemos estudar, sermos bons alunos, entrar numa boa faculdade e dessa forma conseguir um bom emprego com um bom salário?
Para irmos trabalhar 8h por dia o resto das vidas e caso aconteça algum incidente viraremos chefe e trabalharemos 12h por dia. Vidão…

Será que não está mais do que na hora de mudarmos isso e aprendermos a curtir a vida desde agora?

O rico do futuro próximo não será que tem mais bens e sim aquele que possuir mais tempo e conhecimento de mundo.

Erre por ambição, não por preguiça.

Você será rico?

Oct 04
2010

Vou adivinhar como você se imagina daqui alguns anos, quer ver?

Após trabalhar vários anos de sua vida, estagiário, assistente, depois analista (seja ele financeiro, contábil, sistemas), depois coordenador, depois supervisor, gerente e caso tenha sido seu foco um executivo de sucesso! Parabéns!

Agora você está próximo aos 50 anos, trabalha 10 horas por dia, tem um excelente salário! Viaja a cada 2 anos para o exterior com a família e tem uma lindo Mercedes preto! Ahhh esse Mercedes, anos de trabalho e dedicação para comprá-lo não é?

Acorda de manhã, vai tomar café com sua família, lendo o seu jornal. Apenas não se dá conta que seu filho está querendo conversar com você, te contar como foi a escola ou o final de semana, mas você está muito ocupado lendo seu jornal e se “atualizando”.

Você acha que sair para jantar com sua esposa é mais que o necessário para manter a relação, pois você é o único que dá duro em casa, tem muitos problemas na empresa e sempre reclama que seu patrão é um mala e que a culpa é dele. E ainda pensa que aquele jantar e um presente caro devem resolver isso.

Não tem problema, amanhã de manhã, após se arrumar e tomar aquele belo café da manhã em “família” você entrará no seu Mercedes preto.

Mas realmente o que mais te incomoda é aquele seu amigo de infância. Aquele incompetente que não para de te chamar para ir viajar, fazer algum esporte radical ou simplesmente ir para uma tequilada num restaurante mexicano. O cara não faz nada da vida, trabalha só 40 horas por mês isso que ainda é pela internet, ganha metade do seu salário e  pensa que ganha muito! Viaja o mundo todo, conhecendo a cultura de cada lugar, as pessoas de cada lugar. O cara é um mala! Fica falando que aprendeu a dançar Hula no Hawai, Judô no Japão e a preparar uma bela lasanha em Bologna. Ainda vem com um papo estranho de que o salário bruto recebido no mês não vale nada e sim que o que conta é a quantidade salário/hora e que o seu ativo mais valioso era o tempo livre.

Cuidado meu caro leitor, você pode alcançar o seu lindo Mercedes preto.

Boas intenções: o lixo na sua vida

Mar 05
2010

Não conheço a autora mas recebi por e-mail e achei ótimo:

Boas intenções Por Carol Ribeiro . 03.03.10 – 10h30

“Vamos começar reciclando a palavra “lixo”. Não se espante porque hoje em dia já não se fala mais lixo, como antigamente, para se referir àquilo que sobra do nosso consumo. O termo atual e politicamente correto é “resíduo sólido”, mas nem por isso muda o cheiro ou a composição. Pessoalmente considero o vocábulo lixo muito mais adequado, compacto, sincero. Enfim, não importa, em qualquer língua, dicionário, enciclopédia, cabeça pensante, lixo ou resíduo é um subproduto da atividade humana.

A natureza não gera lixo, de cocô de formiga a pó de estrela, de minúsculas folhas a troncos centenários, tudo é inerte, orgânico, vegetal, mineral, animal. Na natureza tudo se transforma, se recicla sozinho, não é fantástico!?

Apesar disso já estive em uma cidade que não tinha árvores em suas calçadas, apenas alguns troncos decepados e nada mais. Quis saber o por quê e me arrependi. Disseram-me que as árvores foram retiradas porque causavam muita sujeira. Acredita? Nesta cidade também não havia cachorro e gato solto pela rua, nenhum, nem na praça! Tirei minhas próprias conclusões. Nesta terra os homens ainda garimpam e, por lá, já não vemos mais o fundo do poço.

Outro dia o gari que varre as calçadas estava reclamando que a árvore solta muita flor, e que por isso dá muito mais trabalho nesta época. Francamente, adoro flores, na copa, no chão, na grama, no asfalto. Flor pra mim nunca é demais, nem mesmo quando elas entopem a calha. Tudo bem, sou poeta, o que eu posso fazer? Dizer que o lixo e a poluição caminham lado a lado? Isto não é novidade.

Então, me pergunto por que muita gente ainda joga fora a garrafa PET junto com os restos da pizza de ontem? Quero crer que não seja por falta de informação, nem por descuido. É por preguiça mesmo, comodismo; eu sei, já fui assim. Tenho que confessar que parece mágica. Você põe o lixo na calçada, na sacolinha do super, no saco preto. Bota lá, tudo junto, e de repente: some! Abracadabra, tudo acaba! Só que todos nós sabemos que não é bem assim, o percurso do dejeto é abstrato demais.

Somos a geração com a maior disponibilidade de informação de todos os tempos e nem por isso conseguimos ser mais práticos. Como seria bom que a consciência se transformasse em atitude. Simples assim: como separar os resíduos que a gente produz todos os dias. Tento fazer minha parte e pronto, não vou tocar a campainha do vizinho e dizer que ele desperdiça lixo, joga fora o que não deve, nem teme.

Tudo bem, alguém se preocupa com isso depois. Eu procuro ser radical! Sofro porque não consegui implementar a composteira no quintal aqui de casa. Tentei, até quebrei um liquidificador batendo sementes de manga, pensei que se triturasse tudo a decomposição seria mais rápida. A gente sempre quer acelerar o processo.

Ainda tenho fé de que vou encontrar uma alternativa adequada para as cascas de batata – porque as de mamão já servem de alimento aos sanhaços da redondeza. Pequeno lixonário: reciclando conceitos Resíduo orgânico é tudo aquilo que se decompõe e serve para alimentar outros seres vivos como ratos, baratas, minhocas, lesmas, vermes e bactérias que colaboram com a limpeza deste planeta. O que fazer com ele, além de jogar para as galinhas? Bem, pode ser transformado em adubo ou em biogás. Na prática algumas soluções caseiras como pequenos minhocários podem funcionar, mas exigem paciência e disciplina.

Reciclável é tudo aquilo que pode ser transformado em matéria novamente, é algo que pode ser reaproveitado gerando economia de matéria-prima. No fundo, você sabe que a necessidade de matéria-prima é capaz de remover montanhas. Eu sei, mas ignoro às vezes. Faço apenas a minha parte, se tanto. Separo para a coleta seletiva tudo o que porventura possa ser reciclado. Valorizo o trabalho dos catadores, acho o máximo a cooperação que gera renda, homens e mulheres que ganham a vida vendendo “ lixo”.

Mas isso não é poesia nem consciência ecológica. É necessidade mesmo. Mandar seus resíduos para reciclagem pode ser muito mais fácil do que parece. Na cidade de São Paulo a prefeitura garante que 74 das 96 regiões são atendidas pela coleta seletiva. Você pode conferir diretamente no portal, ou pelo telefone 156.

Muitos outros sites explicam como você pode fazer a sua parte. Acontece que a informação não basta, temos que tomar alguma atitude. Com ou sem gelo. Aqui em casa eu separo apenas os vidros, que entrego no supermercado mais próximo, num PEV – posto de entrega voluntária. Separo todo plástico, papel, latinha, isopor – tudo junto – e deixo para o caminhão, que passa uma vez na semana aqui no bairro.

Desta forma, além do lixo do banheiro e da cozinha, que vai para a coleta normal, todo o resto segue para a reciclagem. Tenho um latão pequeno perto da pia onde jogo as embalagens previamente limpas, que no fim do dia vão parar num latão maior, de 60 litros, com tampa, afinal de contas o volume produzido é sempre considerável. Uma vez por semana reutilizo alguma caixa de papelão ou saco de comida para cachorro, e pronto! Liberto-me mais um pouco. Seria mais feliz se conseguisse consumir menos, mas deixo de lado a intenção e continuo me esforçando para, ao menos, não exagerar nas sacolinhas de supermercado; reduzi 90% delas com o uso de uma mochila há mais de três meses, e pasmem, estou conseguindo. É isso: troco duas boas intenções por uma boa ação. Paciência. Não é desta vez que vou me libertar.

E você, vai fazer o quê? Reciclar ou continuar se lixando para tudo isso?”

Dica de sexta: blog sobre idéias e negócios

Mar 05
2010

Como alguns sabem gosto muito da área de marketing e negócios.

Leio sempre a respeito na internet assim como alguns livros interessantes sobre o assunto.

A dica de hoje é sobre o blog de um grande amigo meu, Henrique de Lucca que está iniciando agora a administração de seu próprio blog http://henridelucca.blogspot.com/ “Idéias e negócios”

Vale a pena conferir!

Bom final de semana a todos!

Dica: inglês on-line com a BBC

Feb 24
2010

Inglês é um idioma importante em várias profissões.
Mas sabemos que para TI o inglês não é apenas importante, é vital!

Não temos como nos tornar bons profissionais de tecnologia sem sabermos principalmente ler artigos e dados técnicos.

O ideal claro, é poder passar uma temporada em algum país com língua nativa inglesa para aprender corretamente sua utilização, expressões e etc.

Como poucas pessoas tem essa oportunidade, vou dar a dica do site da BBC.

A BBC (essa mesma, da televisão) possui em seu site uma área com foco no ensinamento de inglês.

O programa Learn English BBC é bem interessante! Possui áudio e texto da conversações para ir acompanhando.

Link: http://www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/

Good luck!

Analisando dados da memória RAM

Feb 12
2010

Primeiramente… FELIZ 2010 a todos!

Hoje vai uma dica interessante e rápida para fazermos uma análise dos dados contidos na memória RAM de uma determinada máquina rodando Linux.

Gosto do ramo de análise forense computacional e estava com esse post em mente a meses. Como acordei bem disposto hoje, resolvi compartilhar esse pequeno conhecimento.

Com essa dica você pode salvar sua pele numa ocasião em que algum malandro ferrou seu servidor e “apagou” os dados do disco rígido mas esqueceu da memória principal…

Simples passos:

Passo 1:

fazer dump da memória utilizando a ferramenta “dd”:

if=/dev/mem of=dump-file bs=1024

Obs.: bs = block size

será gerado um arquivo bem interessante, porém ilegível, por isso temos o próximo passo…

Passo 2:
usar uma ferramenta que “traduza” os dados para “human readable”:

strings dump-file > readable-dump-file

Agora sim! Temos dados de fácil compreensão salvos em um arquivo! Basta abrir o arquivo (cat, tac, vi, grep, etc) e aproveitar!

Até a próxima!

SoliSC – Congresso Catarinense de Software Livre

Oct 29
2009

Eu gostaria de estar mais na ativa com o Blog mas está complicado.

Acho que minha disciplina militar herdada do bisa vô do meu avô não está mais surtindo efeito…

Brincadeiras a parte, venho informar que serei palestrante no 4o Congresso Catarinense de Software Livre.

Minha palestra será no segundo dia do evento, dia 27 de novembro, as 15h. Tema: “Visão de um desenvolvedor C sobre Python e Symbian s60″.

Todos estão convidados a assistir esta grandiosa apresentação!

Para mais informações sobre as demais palestras, segue o link da grade: grade_solisc

Novo visual

Oct 02
2009

TI Inteligente com novo visual.

Em breve mais novidades!

LEMBRANDO A TODOS DE PARTICIPAREM DO SOLISC.
http://www.solisc.org.br/

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